segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Aeroporto Regional da Zona da Mata é inaugurado

Wellington Pedro/Imprensa MG

GOIANÁ (19/11/11) - O governador Antonio Anastasia inaugurou oficialmente neste sábado (19), o Aeroporto Presidente Itamar Augusto Cautieiro Franco, na Zona da Mata mineira. O funcionamento do aeroporto é um sonho antigo da população da região e vai ajudar a alavancar ainda mais o desenvolvimento de Minas Gerais. Localizado na divisa entre os municípios de Goianá e Rio Novo, a 30 quilômetros de Juiz de Fora, o novo aeroporto faz parte das ações do Governo de Minas para a adequação, ampliação e melhoria da malha aeroportuária do Estado. Durante seu discurso, o governador destacou o esforço do Estado para o funcionamento do empreendimento e a importância do aeroporto para o desenvolvimento regional em Minas Gerais.

“Alguns países se desenvolveram só por causa do aeroporto. Posso citar Cingapura e Dubai. São nações que avançaram muito pela presença portuária e aeroportuária. Minas Gerais, em razão na nossa história e geografia, não é banhado pelo mar. Por isso temos que investir em bons aeroportos, que tenham capacidade de exportação e importação de carga. E esse tem essa vocação. Já temos hoje uma política fiscal que é competitiva. A própria cidade de Juiz de Fora felizmente, nos últimos dois anos, tem recebido muitos investimentos e tenho certeza que estamos entrando agora em um círculo virtuoso de desenvolvimento. E esse aeroporto é uma âncora, uma das bases dessa infraestrutura”, afirmou Anastasia.

Foram investidos R$ 92,7 milhões na construção e implantação do aeroporto. O terminal, que tem a segunda maior pista para pouso de Minas Gerais, com 2.530 metros, já está operando com linha regular de vôos realizados pela empresa Azul Linhas Aéreas. “Um aeroporto é o portal de entrada de bons negócios, de novas empresas, de investimentos, de empregos, de prosperidade e de desenvolvimento. O aeroporto, na realidade, se torna cada dia mais importante porque liga Minas ao Brasil e a todo mundo”, ressaltou o governador.



O prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos, destacou a qualidade e a capacidade do aeroporto que o governo do Estado entrega aos mineiros. “O êxito desse aeroporto pode ser medido de imediato: mais de 12 mil passageiros transportados em três meses iniciais, taxa de ocupação média de 80% nos vôos. E isso, para um aeroporto concebido principalmente para carga e logística. Ninguém tenha dúvida que esse aeroporto mudará a face econômica de nossa região. Não apenas pela sua importância própria, mas porque sua inauguração é parte de uma política regional do Governo de Minas”, afirmou.



Participaram do evento de inauguração do aeroporto, a filha de Itamar Franco, Fabiana Franco, representando os familiares e amigos do ex-presidente; os secretários de Estado de Transporte e Obras Públicas, Carlos Melles e de Defesa Social, Lafayette Andrada; o chefe do Gabinete Militar do Governador, coronel Luis Carlos Martins; o presidente da Cemig, Djalma Morais; o reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Henrique Duque; os prefeitos de Goianá, Geraldo Coutinho, e de Rio Novo, Antônio de Moura, deputados federais e estaduais, além de cerca de 30 outros prefeitos da região.

Melhoria de acesso

Durante a cerimônia, o governador anunciou ainda que a rodovia MG-353, que liga o Aeroporto Regional Presidente Itamar Franco à BR-040, receberá melhorias do Governo de Minas, por meio do programa Caminhos de Minas. O programa é voltado para pavimentação das estradas que interligam os municípios mineiros. O trecho tem 25,2 km de extensão e deverá passar por intervenções de recuperação e pavimentação a partir do próximo ano. Já foi realizada licitação para elaboração do projeto, atualmente em andamento.

“Nós vamos licitar a obra da estrada, já recebemos a autorização para levantar os recursos, o projeto já foi feito, as questões ambientais já foram levantadas, então, agora, é preparar a licitação e, se Deus quiser, no ano que vem, começar a obra”, afirmou Anastasia.

Funcionamento

Desde agosto, o aeroporto regional está sob concessão da Multiterminais Alfandegados do Brasil, contratada para a realização dos serviços de apoio logístico, atração e distribuição de cargas, administração, conservação e operação. Por meio da empresa, foram realizadas obras de adequação civil e adquiridos equipamentos para o funcionamento do aeroporto. Além disso, já foram contratados e treinados 30 profissionais para atuar no local.

A Multiterminais atua há 20 anos na área de logística, sendo responsável pela administração do porto seco de Juiz de Fora. A empresa também é a principal operadora logística da Mercedes Benz na região. A homologação do aeroporto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para vôos diurnos aconteceu em 2007. Em setembro deste ano, a Anac concedeu a homologação também para vôos noturnos por instrumento.

“Tão logo seja internacionalizado, o que com certeza ocorrerá brevemente, completaremos a multimodalidade da logística regional, que já conta com malha rodoviária e ferroviária. Com isso, Juiz de Fora e a região da Zona da Mata de Minas Gerais tornarão disponível a quem quiser aqui se instalar uma completa logística multimodal. A parceria neste aeroporto concretizada entre o Governo de Minas Gerais e a Multiterminais é exemplo de como o poder público e a iniciativa privada podem caminhar lado a lado, produzindo benefícios para a economia nacional e, particularmente, para as comunidades locais”, afirmou o presidente da Multiterminais, Ricardo Vegas.

Por meio do Programa Aeroportuário de Minas Gerais (Proaero) já foram investidos R$ 290 milhões na construção e/ou reforma de 23 aeroportos em Minas Gerais. São João Del Rei, Diamantina, Iturama, Ituiutaba, Manhuaçu, Poços de Caldas, Frutal, Guanhães, Araxá, Oliveira, Governador Valadares, Guaxupé, Curvelo, Ouro Fino, Divinópolis, Capelinha, Passos, Piumhi, Lavras, Cláudio, Ubá e Viçosa também foram beneficiadas com os recursos.

domingo, 20 de novembro de 2011

Vanderlei Pequeno é eleito vereador mais atuante pelo Instituto Tiradentes

Vanderlei Cardoso (Pequeno) receberá o prêmio em dezembro.
O vereador Vanderlei Pequeno será condecorado em sessão solene, com a Medalha Imperador Dom Pedro II, como o vereador mais atuante de Cataguases, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Tiradentes.  

A “Medalha Imperador Dom Pedro II” é conferida apenas mediante criteriosa seleção de políticos com aprovação na mencionada pesquisa e que possuam ilibada reputação ético-moral e significativos trabalhos prestados à comunidade. O evento contará com a presença de diversas autoridades e acontecerá durante o 46º  Simpósio Brasileiro de Prefeitos, Vereadores, Secretários e Assessores Municipais, previsto para acontecer em dezembro, Belo Horizonte.

Primeiro goleiro da Seleção Brasileira nasceu em Cataguases

Marcos Carneiro de Mendonça
Foto: Arquivo Fluminense Football Club
Marcos Carneiro de Mendonça, nascido em Cataguases/MG na data de 25 de dezembro de 1894, foi o primeiro titular da Seleção Brasileira de futebol e, curiosamente, o mais novo da história a marcar presença na meta brasileira – aos 19 anos e 6 meses de vida. Foi contra o Exeter City, da Inglaterra, em julho de 1914, com vitória da equipe sul-americana por 2 a 0, com gols de Oswaldo Gomes e Osman. Outra curiosidade: a partida aconteceu na casa do time do jovem Marcos Carneiro – as Laranjeiras.

Carneiro começou muito cedo sua carreira futebolística no Haddock Lobo, antigo clube do bairro da Tijuca que logo viria a se fundir com o América Futebol Clube, com apenas 13 anos em 1907. Defendeu as cores americanas até 1913, quando conquistou o título carioca. Contudo, devido a divergências com os diretores do alvi-rubro, transferiu-se para o Fluminense no ano seguinte – o clube de seu coração -, de onde nunca mais sairia.

Dono de reflexos apurados, grande sentido de colocação, estilo clássico e refinado, Marcos Carneiro, com seus 1,87m de altura, também chamava atenção pelo modo elegante como trajava o uniforme tricolor. Sempre ao final das partidas, curiosamente, as roupas do goleiro (camisa e calção brancos, este último preso à cintura com uma fita roxa, como na foto) ainda estavam praticamente limpas pelo simples fato de estar sempre bem colocado, fato que fazia com que não se atirasse muito ao chão para defender as bolas. Muitos que acompanharam a carreira do atleta diziam que o mesmo arrasava os corações das mocinhas que iam acompanhar os jogos do tricolor carioca nas Laranjeiras. Com suas exibições primorosas, Marcos Carneiro de Mendonça acumulou fama e prestígio numa época em que jogar no gol era algo reservado aos menos hábeis com a bola nos pés.

E há de se perguntar: por que então Carneiro escolheu essa “espinhosa” posição em campo? Na sua infância o garoto foi acometido de febre amarela, sarampo e problemas pulmonares, o que inspirava muitos cuidados por parte de seus familiares. Mas como seu sonho era ser jogador de futebol escolheu a meta por não se exigir tanto esforço como um atleta de linha.

Em sua carreira pela Seleção Brasileira, o ex-goleiro atuou em 15 partidas entre 1914 e 1923. Já como jogador do Fluminense foram 127 jogos e 164 gols sofridos (a alta média de gols se deu pelo fato de os primeiros times da história primarem sempre pelo ataque, e não pela defesa, o que quase sempre resultava em resultados com grande quantidade de gols).

Ao abandonar o futebol precocemente, aos 29 anos devido a uma séria contusão, passou a dedicar-se à profissão de historiador. Porém, continuou participando das atividades do Fluminense, chegando a ser, curiosamente, um de seus presidentes, na época do bicampeonato de 1940 e 1941. Morreu em 19 de outubro de 1988, aos 94 anos, na cidade do Rio de Janeiro.

Abaixo, dados e estatísticas da carreira de Marcos Carneiro de Mendonça, o primeiro goleiro da história da Seleção Brasileira.

* Clubes (3): Haddock Lobo (1907), América/RJ (1907/1913), Fluminense/RJ (1914/1923).

* Seleção Brasileira: 15 convocações (1914/23).

*Títulos:

> Campeonato Carioca: 1913 (América), 1917, 1918 e 1919 (Fluminense).




Foto: Arquivo Fluminense Football Club

A política está doente


Por Alfredo J. Gonçalves
Paraguai

            A política está doente e a democracia também. Basta ter em conta que Estados Unidos, país que hoje se auto-proclama o grande “exportador da democracia”, é ao mesmo tempo a nação mais imperialista do Planeta. Quanto aos demais países desenvolvidos ou centrais, alguns com velhas democracias de mais de duzentos anos, encontram-se eles também, profundamente dilacerados por essa mesma contradição: de um lado um «sistema democrático» de fachada, de outro uma inserção tranqüila no sistema mundo do novo império global. A razão disso é que enquanto, do ponto de vista político, procuram manter o disfarce de uma democracia aparente, com partidos, eleições livres, parlamento, etc., do ponto de vista econômico, encontram-se cada vez mais subordinados à ditadura do mercado total, hoje hegemonicamente financeiro e globalizado.
Em outras palavras, ao longo dos séculos a democracia parou a meio caminho. Atingiu o nível das relações políticas e, em alguns casos, das relações sócio-culturais, mas não desceu até o fundo oculto da estrutura econômica, onde os interesses tocam o «órgão» mais sensível do homo economicus, isto é, o bolso, a conta bancária ou a propriedade privada. Ali segue inalterado o domínio dos indivíduos, das empresas e dos grupos de maior poder financeiro.
«É curioso que a refutação do princípio hereditário em política não tenha tido quase nenhum efeito no campo econômico nos países democráticos. Parece-nos ainda natural que um homem deixe sua propriedade aos filhos; aceitamos o princípio hereditário por aquilo que se refere ao poder econômico, enquanto o rejeitamos no que se refere ao poder político. As dinastias políticas desapareceram, mas as dinastias econômicas sobrevivem. E pensar o quanto nos parece natural que o poder sobre a vida dos outros, derivado de uma grande riqueza, deva ser hereditário», constata Bertrand Russell, in História do pensamento ocidental.
Nos países subdesenvolvidos ou periféricos, por outro lado, o misto de demagogia, caudilhismo e autoritarismo desaconselha a abusar da terminologia democrática. As instituições políticas, neste caso, sejam elas de caráter jurídico, legislativo ou executivo, dispõem de pouco margem de manobra frente aos mecanismos dominadores do mercado. As democracias latino-americanas, por exemplo, pouco o têm sido, se levarmos em conta sua subserviência aos organismos financeiros internacionais. Isto sem falar da corrupção, do favoritismo, do nepotismo, do clientelismo e das alianças espúrias por uma governabilidade suspeita, vícios esses que por toda parte vêm fazendo grandes estragos.
A conclusão é de que a democracia jurídico-formal, praticada hoje tanto em nível nacional quanto internacional, se converteu numa espécie de suporte institucional da economia globalizada, de corte e filosofia neoliberal. Suporte, em outras palavras, de uma ordem mundial injusta e assimétrica, ao mesmo tempo concentradora e excludente. Aliás, não há aqui nenhuma idéia nova. «O sistema liberal-parlamentar não é mais do que o instrumento e o símbolo mesmo do governo burguês», diz David S. Landes em seu livro Prometeu liberado, para não citar a linha de análise da literatura marxista.
Tal sistema mantém na aparência uma participação política através do voto livre e «democrático» em cada país, mas delega aos burocratas do mercado financeiro o verdadeiro destino político e econômico dos distintos povos. Dissimula uma democracia que não chega às raízes dos problemas sócio-econômicos. Em numerosos países da América Latina, por exemplo, os maiores latifundiários e/ou banqueiros são também representantes do Estado de direito, com cadeiras cativas no Congresso Nacional e nas Cortes Judiciais. Os chamados «homens de bem» – como na antiga Grécia os cidadãos livres e de posses – são em geral os «homens de bens»!
Em virtude disso, do ponto de vista ético, as chamadas democracias ocidentais têm pouco a dizer e a mostrar em termos de prática democrática. Ao contrário, constituem exemplos negativos do que se entende historicamente pelo conceito de democracia. Daí a desconfiança e a desilusão crescentes da sociedade em relação à política e aos políticos, aos partidos, ao governo e ao parlamento, bem como à lealdade dos promotores e às decisões dos juízes. A democracia, em sua concepção mais original e genuína, pode-se dizer que mudou do campo da política para o campo dos movimentos sociais, ou em termos mais abrangentes, do âmbito do Estado para o âmbito da sociedade civil.
De fato, onde podemos encontrar atualmente os traços inconfundíveis de uma efetiva prática democrática?
Outra política e outra democracia são possíveis
Antes de mais nada, convém evitar um dualismo simplista e ingênuo, segundo o qual as instituições liberais parlamentares estariam completamente desacreditadas, enquanto as iniciativas populares constituiriam os espaços únicos da democracia. Os elementos positivos e negativos da política não têm fronteiras tão nítidas quanto gostaríamos, mas se mesclam, se confundem e se alternam continuamente. O que, sim, podemos constatar é que as experiências verdadeiramente democráticas tendem hoje a migrar da via parlamentar para os canais de participação popular. Quatro observações a esse respeito merecem nossa atenção.
1. O sistema de representação nos três poderes do regime democrático – legislativo, judiciário e executivo – encontra-se inteiramente desequilibrado e desacreditado. Os setores dominantes da sociedade institucionalizaram um círculo vicioso em que o poder econômico compra os postos chaves do poder político, o qual, por sua vez, garante através da lei o domínio perpétuo deles sobre os demais setores. O Congresso Nacional converte-se numa espécie de balcão de negócios, onde grande parte dos políticos está mais interessada em projetos de poder do que em projetos da nação. Eleito pelas camadas populares, o parlamentar muitas vezes acaba ignorando suas necessidades básicas em troco de benefícios pessoais, familiares ou de classe. A cadeia da representatividade se interrompe e a população mais carente se queda abandonada, coisa que se agrava ainda mais com a corrupção crônica das instituições públicas. A distância entre os problemas que afligem a população, de um lado, e os projetos debatidos na Câmara e no Senado, de outro, nunca foi tão grande.
2. O descrédito do sistema representativo tem levado ao debate da chamada democracia direta ou participativa. Experiências como plebiscitos populares, abaixo-assinados, projetos de lei a partir das bases e assembléias populares, entre outras, mostram a possibilidade de novas vias de participação nas decisões a respeito dos destinos do país. Daí a pergunta sobre a necessidade de criar novos canais, novos mecanismos e novos instrumentos de controle da res publica por parte dos diversos setores da população. Como acompanhar e controlar mais de perto os três poderes da instituição democrática? A iniciativa do Orçamento Participativo em alguns municípios brasileiros e a criação dos Conselhos Populares são exemplos de que é possível avançar na ampliação desses espaços de participação popular. Em síntese, a lição é dedicar menos energia à via parlamentar e à política tradicional, reforçando por outro lado as instâncias da sociedade civil organizada.
3. Na verdade, o debate em torno da democracia participativa ou direta já tem uma longa história em muitos países latino-americanos. Inúmeros movimentos sociais, organizações não governamentais (ONGs), entidades e associações populares, em sua prática cotidiana, estão marcadas pelo exercício direto da democracia. O mesmo se verifica, por exemplo, na tradição das comunidades eclesiais de base (CEBs) e em não poucos movimentos estudantis ou sindicais. Não sem problemas, tensões e conflitos, evidentemente, as decisões tendem a ser tomadas numa prática democrática já amplamente consolidada. Planejamento, programação e avaliação permanente, em geral, são realizados em conjunto, em reuniões e assembléias onde cada um é chamado a participar livremente.
É bem verdade que em alguns desses ambientes os vírus do autoritarismo, do personalismo, do produtivismo e consumismo, do centralismo, e de outros «ismos», ainda causam sérias conseqüências nefastas. Mas o que queremos salientar é o exercício livre e direto da cidadania como prática comum, em «um novo paradigma emancipatório», para usar a expressão de Boaventura Souza Santos, em Pelos Caminhos de Alice. Talvez o Fórum Social Mundial, como também outros fóruns e espaços democráticos, sejam hoje os melhores testemunhos de que, efetivamente, «outra democracia é possível».
4. O exercício continuado da prática democrática, por sua vez, cria novas relações democráticas. Sabemos o quanto a velha democracia liberal, pressionada pelas leis do mercado, é avessa à participação da mulher nas principais instâncias decisórias; ao uso cuidadoso, responsável e sustentável dos recursos naturais; à preservação e cuidado com o meio ambiente; às relações igualitárias nos espaços públicos ou privados (família, sindicato, partido, empresa, igreja, etc.), enfim, à participação direta dos movimentos organizados. À medida que se consolida o exercício de uma prática efetivamente democrática, cresce também a paridade entre as pessoas, independentemente de sexo, profissão, raça, credo, etc. Evidente que isso vale também, e talvez sobretudo, para o cotidiano dos movimentos e pastorais sociais e para as iniciativas populares, onde não raro flagram-se atitudes machistas, autoritárias e individualistas.


Movimentos sociais, ONG's e Prefeitura planejam a Coleta Seletiva no Bandeirantes

União de forças: projeto piloto começará pelo Bandeirantes.
                   Aconteceu esta semana na Capela São José, no Bairro Bandeirantes, uma reunião sobre a coleta seletiva que deverá ser implementada nos Bairros Bandeirantes e Meneses. 
  
            Foi uma reunião muito produtiva que contou com a participação das seguintes instituições:
  • Associação de Moradores do Bandeirantes e Meneses, representanda pelos Professores Elias e Márcia
  • GDP Romualdinho - Polivalente, representada pelo Professor Dioni e alunas
  • Equipe de controle de Endemias, representada pelo agente Cosme
  • Secretaria de meio ambiente - PMC, representada pelo Secretário José Enilton, Leonora e Felipe
  • ONG Minas Vida
  • ASCATAG., representada pela secretaria Maria do Carmo e outras cooperadas
                   O projeto está sendo construído em parceria também com várias instituições destes bairros, além de empresas, num esforço coletivo de conseguir implementar um plano piloto para Cataguases. Mas para que seja sucesso, é necessário apoio da população.O fiscal sanitário Felipe Dutra apresentou o plano de coleta seletiva elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente, trazendo a experiência da coleta que já acontece em Muriaé. Já Leonora falou das ações que a Prefeitura de Cataguases vem realizando no lixão e no aterro sanitário de Cataguases.

               No final, ficou acertado que a coleta deverá começar em dezembro e que na próxima reunião haverá uma divisão das equipes de trabalho, procurando envolver todos os parceiros no processo de conscientização do projeto.

              Mais do que um projeto, precisamos mudar nossos hábitos e colaborar para um planeta mais sustentável. Coleta Seletiva: Abrace esta idéia.

Aluna de Cataguases é premiada pela Assembléia de Minas

Natacha é aluna da E. E. Astolfo Dutra, em Cataguases.

A aluna Natacha Carvalho da Silva Ferreira, da Escola Estadual Astolfo Dutra, do Bairro Dico Leite, foi a grande vencedora do concurso de redação “Eu, minha cidade e os 300 anos do Ouro em Minas Gerais”, na modalidade Ensino Fundamental, na SRE Leopoldina.
O concurso, organizado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais está homenageando o tricentenário das cidades de Ouro Preto, Mariana e Sabará, comemorado agora em 2011.O Objetivo do concurso foi fazer com que os estudantes relacionassem a realidade em que vivem com a história de Minas Gerais. A iniciativa da ALMG é uma oportunidade de mostrar aos estudantes mineiros a importância da mineração na história do Estado.
“Nós somos um estado com nome de Minas Gerais, então que outra coisa nos define mais do que o nosso patrimônio do minério, ouro, diamantes? É preciso que os jovens compreendam que estas riquezas são partes do nosso universo simbólico, da nossa vida, da nossa identidade e das nossas possibilidades como estado da federação. Esse concurso teve como objetivo promover a revisitação da história à luz da contemporaneidade e é uma lição fundamentalmente de cidadania”, disse a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola.
  
Premiação

Prof. Mônica Chaves, Natacha e a Diretora Solange Soares.
Colhendo frutos de um trabalho em equipe.
Como prêmio do concurso "Eu, minha cidade e os 300 anos do Ciclo do Ouro em Minas", Natacha e sua professora Mônica Chaves receberão um laptop. A Diretora Solange Soares representará a Escola Astolfo Dutra, que também será premiada com cinco mil reais.  A cerimônia acontecerá no dia 14 de dezembro, mas o último mês do ano ainda reserva uma programação especial para os vencedores.
No dia 13 eles visitarão a cidade de Ouro Preto e no dia 14, antes da solenidade de premiação, farão um passeio no Museu “Minas e Metais”, em Belo Horizonte. Os autores, professores e diretores das escolas vencedoras participarão da premiação. Além disso, a Assembléia de Minas vai publicar um livro com as redações vitoriosas.

Os Flamengos em minha vida: Memórias de um Catagu-ausente.

“15 de Dezembro de 1962... Show de Mané Garrincha”

Por José Alberto Rocha
Nova Friburgo

Escudo do "Flamenguinho"
de Cataguases - MG

            Estávamos no dia 15 de dezembro de 1962, eu o garoto “Betto” tinha 13 anos de idade.Meu irmão “Inaú” com 14 anos trabalhava no bar do Sr. Ênio.
            A minha tarde era toda dedicada as emocionantes peladas no “Clube de Remo” da pequena Cidade de Cataguases, (MG) chamada de "Princesa da zona da Mata". Eu, o craque das peladas, tinha o apelido de “Napoleão” em homenagem ao jogador destaque do “Flamenguinho”.
            Como toda criança nesta idade, procurava imitar o meu ídolo (Napoleão), só que, às vezes pagava o maior mico, posto que o ponto forte do destaque do “Flamenguinho” era o seu fortíssimo chute. Lembro que em uma dessas peladas, mandaram eu bater um pênalti. A bola de futebol de salão, pesava quase meio quilo (500gramas). Para não fazer feio, tomei uma enorme distância e chutei de bico. Por pouco não quebrei a unha do dedão e de nada adiantou, pois a bola não chegou nem no gol. Foi muito triste: o chute saiu tão fraco que o goleiro veio de encontro a ela. Apesar disso tudo, o apelido continuou por muito tempo, devido a minha presença na área, onde para mim não havia bola perdida e era sempre o destaque, deixando sempre a marca de artilheiro em todas as partidas.
        Voltando ao dia 15 de dezembro de 1962, meu pai, pela manhã, já tinha me dado as coordenadas:
- Betto meu filho, após o futebol, você vai encontrar com seu irmão “Inaú” no bar do Sr.Ênio, visto que ele não pode vir sozinho às 10 horas da noite.
      O sábado estava lindo e naquele dia, não se falava em outra coisa, a não ser a decisão do Campeonato Carioca. O Flamengo jogava pelo empate, só que o Botafogo além de ter um excelente time, contava com o endiabrado “Mané Garrincha” que acabara de dar o Bi-Campeonato Mundial à Seleção Brasileira. Era cerca de 19 horas, quando cheguei no bar, para encontrar com meu irmão. Ao chegar, encontrei-o, chorando demasiadamente. Perguntei-lhe: 
- Mano...O Sr. Ênio te deu bronca? 
       Aos soluços, ele respondeu:
- Não mano. Um tal de Mané Garrincha, acabou com o meu Flamengo! 
      O Botafogo havia ganhado de 3 x 0, com dois gols de Garrincha. Abracei-o e jurei que a partir daquele dia, seria ainda mais flamenguista. Não deu outra: me tornei um flamenguista enjoado e ele por ironia do destino, anos depois, passou a torcer pelo Vasco, nosso  maior rival.
    Hoje aos 61 anos, agradeço à “Deus”pelos anos vividos e poder guardar com muita saudades, historias engraçadas como estas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Folha de São Paulo: Minas paga o pior piso salarial da educação do país.

Folha de São Paulo revela para o Brasil aquilo que a imprensa mineira tenta esconder: Minas paga para os educadores o pior piso salarial do país. Depois desta, governo dissolve a Comissão Tripartite. Também, para quê comissão, se o governo é o único que decide?
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Uma reportagem de capa do jornal Folha de São Paulo caiu feito uma bomba no colo do governador de Minas e seus assessores diretos, na manhã desta quarta-feira, 16. A matéria estampa com letras garrafais: "17 Estados descumprem lei salarial de professor". A lei a que o jornal se refere, ainda que tardiamente, é aquela que tem sido mencionada diariamente por milhares de educadores de todo o Brasil, a lei federal 11.738/2008, mais conhecida como Lei do Piso.

Aprovada em 2008, após 20 anos de espera - já que consta de artigo da Carta Magna de 1988 - a Lei do Piso arrastou-se por mais três anos, até ser considerada constitucional pelo STF, em abril deste ano. Apesar disso, como revela a reportagem da Folha, 17 dos 27 estados, incluindo o Distrito Federal - não cumprem a Lei do Piso. Mas, o que serviu para detonar a bomba atirada no colo do governador, atingindo em cheio as asas do tucano-padrinho, foi a revelação de que Minas paga o pior piso salarial do país. Nós já sabíamos e cansávamos de repetir isso antes, mas, quando a notícia aparece através de um veículo de comunicação de grande porte, a notícia assume uma outra dimensão, ganha uma outra importância.

O jornal revela simplesmente aquilo que os educadores já haviam mostrado através dos seus contracheques: que Minas Gerais está totalmente fora da lei, não cumpre nem o valor do salário estipulado pelo MEC - R$ 1.187,00 para uma jornada de até 40 horas, para o profissional com ensino médio -, e nem tampouco a parte da lei que diz que é preciso assegurar um terço da jornada de trabalho para as atividades extraclasse.

Na tabela salarial dos estados, em relação ao piso, Minas, que está entre os três estados mais ricos da Federação, fica na lanterna, o último da fila, com o piso de R$ 369,00 para a jornada de 24 horas (ou R$ 616,00 para a jornada de 40 horas). Mesmo que se aplique a proporcionalidade do valor do piso do MEC, Minas já deveria estar pagando aos profissionais da Educação de Minas um piso de R$ 712,20 para a jornada de 24h para o professor PEB IA (ensino médio); de R$ 868,88 para o PEB IIA (licenciatura curta), de R$ 1.060,00 para o professor PEB IIIA (licenciatura plena); de R$1.293,24 para o PEB IVA (Especialização); de R$ 1.577,76 para o PEB VA (mestrado); e de R$ 1.924,87 para PEB VIAtabela indecente, que destrói o plano de carreira dos educadores, e cujos valores começam com R$ 712,20 para o professor PEBIA e terminam com o ridículo valor de R$ 908,00 para o professor PEBVIA, com doutorado. Um verdadeiro calote nos educadores, que têm direito ao piso implantado nas carreiras, respeitando-se os percentuais de promoções e progressões, além das gratificações conquistadas. (doutorado). No lugar disso, o governo apresentou recentemente uma
O governo de Minas já havia sentido o efeito negativo da campanha publicitária que promovera no último final de semana, acusando indevidamente o sindicato por estar propondo valores mirabolantes para o pagamento do piso - o valor do piso do MEC -, além de culpar o sindicato por não ter garantido a reposição do pomposo número de 1 milhão de aulas que não teriam acontecido. Na prática, com esta acusação, o governo se denunciou junto à sociedade mineira, pois quem deveria responder por tal denúncia é o próprio governo. E por último, o governo mostrou que teme desesperadamente que aconteça o boicote às provas do SIMAVE. O governo precisa dos resultados desta e de outras avaliações para exibir gráficos, geralmente não confiáveis, para o mundo externo, espetaculoso, midiático, bem ao feito do atual governo.

Todos esses elementos somados fizeram com que o governo suspendesse a reunião da Comissão Tripartite, que estava marcada para a tarde do dia 16. Na prática, o governo dissolveu essa comissão, pois logo em seguida comunicou que faria duas reuniões para tratar sobre a proposta de piso: uma em separado com os deputados, na sexta-feira; e uma outra na segunda-feira, com o sindicato.

A impressão que fica é que o governo tinha uma proposta indecente para apresentar. Já havia armado o campo de ataque através da propaganda de final de semana. Pensava que bastaria uma nova carga de desmoralização e humilhação dos educadores para jogar toda a comunidade contra os educadores, e assim o governo poderia apresentar a tal proposta indecente, que não haveria reação e os deputados de sua base estariam à vontade para homologar a proposta do governo. Afinal, a assembleia dos deputados de Minas tem o papel homologativo, cuja maioria não representa a população, mas apenas ao governo do estado.

Contudo, nos cálculos de laboratório do governo não entraram os elementos da subjetividade das massas, a resistência e luta dos educadores, e o próprio elemento surpresa, uma verdadeira bomba, que foi a matéria da Folha de São Paulo. A reação da comunidade ao novo ataque midiático do governo tem sido enorme, em desfavor do governo. Estão todos assustados com a realidade de miserabilidade dos mestres de Minas, responsáveis pela Educação dos filhos dos trabalhadores. "Então vocês estudaram e se formaram para ganhar menos que R$ 1 mil reais?" - perguntaram-me alguns moradores. Claro que os e as tecnocratas do governo, fechados em seu próprio mundo, não conseguem perceber o efeito devastador na consciência do cidadão comum, quando vê um governo destratar de tal forma aos educadores, enquanto constrói estádios de futebol e cidades administrativas.

A notícia reveladora da Folha de São Paulo - reveladora para alguns, não para nós educadores do Brasil, claro - mostrara, ainda, o quanto uma imprensa subserviente e vendida causa um estrago muito grande no nosso meio. Foi preciso que um jornal de outro estado (mesmo admitindo-se que esteja a serviço de interesses outros) fizesse tal denúncia, pois a grande (em negociatas, não em jornalismo) imprensa mineira continua muda, sem nada enxergar além daquilo que o rei permite que ela enxergue. Certos jornalistas desta grande mídia, tal como certos procuradores da justiça, desembargadores e deputados funcionam como verdadeiros assessores do governo, sem qualquer autonomia moral e intelectual para exercerem a função que lhes compete.

Em dezenas de escolas da rede pública de Minas aconteceu, também no dia 16, a redução de jornada aprovada na última assembleia da categoria. Esta iniciativa se estende até o dia 18, quando acontecem assembleias e reuniões locais em várias partes de Minas Gerais, com a participação de educadores, estudantes e pais de alunos.

O governo de Minas e seus apoiadores ficam numa posição cada vez mais desconfortável. Todas as desculpas inventadas são derrubadas, uma a uma. Quando dizem que pagam até mais que o piso através do subsídio, escondendo da população que 153 mil educadores optaram pelo antigo sistema de vencimento básico, aparece um jornal de alcance nacional dizendo: vocês não cumprem a lei, não pagam o piso, ou melhor, pagam o menor salário-base do país para os educadores. Quando tentam dizer que a maioria optou pelo subsídio, nós respondemos: então está muito fácil de resolver o problema: pague o piso para a minoria que ficou no antigo sistema, pois isso não causará nenhum impacto no orçamento do estado. Mas, aí eles logo dizem que o piso nas carreiras terá um impacto de pelo menos R$ 1 bilhão ou mais. Uai, perguntamos mineiramente: mas o subsídio não representava um valor maior do que o piso? A maioria dos servidores não optou por aquele sistema? Então que impacto é este?

Como se não bastassem todos esses argumentos - além das desculpas, como a crise da Europa que segue em dispara rumo a Minas Gerais - há que se considerar ainda um dado demolidor, retirado da própria lei do piso: o governante que provar não ter dinheiro em caixa para pagar o piso, poderá pedir a ajuda do governo federal. Então, qual desculpa para não pagar o piso?

E aqui, não podemos deixar de renovar a nossa crítica ao falastrão do ministro do MEC, que na reportagem da Folha aparece dizendo que a lei era para ser aplicada imediatamente, mas que os governos não a cumprem, então ele nada podia fazer. Como assim, senhor ministro da Deseducação do país? Com que direito você fala uma coisa dessas? Então os governantes podem ou não cumprir a lei impunemente, de acordo com a conveniência de cada um?

Ora, se é assim, vamos generalizar essa prática. Todos nós, cidadãos brasileiros, tendo como base a conduta e o mau exemplo dos governantes brasileiros, estamos no direito de desrespeitar qualquer lei, ao sabor dos nossos interesses pessoais ou de grupos? Então é assim? Pois sim!

Portanto, a semana, que praticamente teve início nesta quarta-feira, pós-feriado de 15 de novembro, data da proclamação de uma república que continua parecendo cada vez mais uma republiqueta de banana do que uma República, maiúscula, uma "res" (do latim: coisa) "pública", coisa pública, coisa do povo, como deveria ser, mas que, graças aos infelizes atos de tantos governantes e seus apoiadores - grandes empresários, banqueiros, latifundiários, empreiteiros e outros tipos mais -, mais se parece com uma cosa nostra, entre famiglias de alguns poucos. Coisa pública coisa alguma!

Mas, apesar disso, a luta e a resistência dos educadores prosseguem. Nova assembleia com paralisação está marcada para o dia 22. O NDG se mobiliza e reúne-se em BH e em outros cantos de Minas no dia 26; e prossegue o nosso combate diário, levado adiante por centenas de educadores e apoiadores através da Internet e em cada escola de Minas Gerais. Estamos maltratados, fomos humilhados pelo governo, estamos financeira e emocionalmente abalados, mas estamos de pé, com dignidade, com coragem e com determinação para levar adiante a nossa luta, até a nossa vitória.

Não vamos abrir mão do piso a que temos direito, e nem tampouco vamos esquecer as perdas que o governo impôs em 2011. Estão todas contabilizadas no caderno de milhares de educadores mineiros. E em todo o país, cresce o movimento pela realização de uma grande greve nacional em 2012, por tempo indeterminado - proposta, aliás, aprovada pelos bravos e bravas educadores do Pará em assembleia -, para arrancar de uma vez por todas um piso salarial decente e uma carreira nacional e, consequentemente, pela verdadeira valorização dos educadores. Com o apoio da CNTE, se possível. Por cima dela, se necessário.



Fonte: http://blogdoeulerconrado.blogspot.com/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Atletas de Cataguases ajudam MG na conquista do Brasileiro de Basquete




O técnico Jálber, as atletas Camila Rodrigues e Sheila Peixoto 
fizeram parte deste projeto que uniu forças das cidades 
de Cataguases, Montes Claros, São Lourenço, 
Varginha e Santa Luzia.
Macapá/AP - A seleção de Minas Gerais conquistou o título do Campeonato Brasileiro Sub-17 Feminino – 3ª Divisão ao derrotar a equipe de Rondônia por 57 a 46 (32 a 20 no primeiro tempo). As mineiras tiveram dificuldade em vencer as rondonienses, que conseguiram superar as adversárias no segundo e no último quarto, mas não foi suficiente e as mineiras se sagraram a grande campeã da competição. 

A cestinha da partida foi a ala rondoniense Ingrid Oliveira, com 16 pontos e três rebotes. As principais pontuadoras da equipe mineira foram a pivô Andreza Souza, com 11 pontos e oito rebotes; a pivô Tharyane Diniz, com um duplo-duplo (10 pontos e 11 rebotes); e a pivô Jéssica Silva, que também anotou um duplo-duplo (10 pontos e 20 rebotes). As duas seleções estão garantidas na segunda divisão do Brasileiro Sub-17 Feminino em 2012.

Bronze
A medalha de bronze e a última vaga na segunda divisão do próximo ano ficou com a seleção de Goiás. As goianas venceram as sergipanas por 44 a 41 (24 a 15). Com 13 pontos e oito rebotes, a cestinha da partida foi a pivô goiana Gessiane Araújo. Outro destaque do time de Goiás foi a armadora Denise Gomes com 12 pontos. Pela equipe do Sergipe, que ficou com a quarta colocação, a principal jogadora foi a ala/pivô Gabrielle Costa com 12 pontos e nove rebotes. 

Disputa de 5º e 6º lugares
A seleção de Roraima ficou com a quinta colocação do Brasileiro Sub-17 feminino – 3ª divisão ao vencer a equipe do Amapá por 43 a 29 (22 a 12). As amapaenses, donas da casa, ficaram com a sexta posição na classificação geral. A cestinha do confronto foi a armadora roraimense Taynara Paula com 29 pontos e sete rebotes. O destaque do time do Amapá foi a pivô Denise Batista com 12 pontos e cinco rebotes. 


Disputa de 7º e 8º lugares
No confronto entre Acre e Piauí, as acreanas venceram por 58 a 41 (20 a 25). A ala acreana Tatyellen Cardoso foi a principal jogadora do confronto, que anotou um duplo-duplo (28 pontos e 16 rebotes). Pelo time piauiense, a ala Retielly Silva converteu 16 pontos e a armadora Keyla Sousa anotou 13 pontos. 


Forma de Disputa: As oito seleções foram dividas em dois grupos de quatro. As equipes jogam entre si dentro de suas respectivas chaves. Os dois primeiros de cada grupo se classificam para a fase semifinal e os vencedores disputam o título. Os três primeiros lugares estão classificados para a segunda divisão do Brasileiro sub-17, em 2012.

Fonte: http://www.cbb.com.br/noticias/showrelease.asp?artigo=9032







domingo, 13 de novembro de 2011

Cachorro em Cataguases vai virar sabão!

O povo de Cataguases está surtando:
sugestão agora é fazer sabão com a cachorrada!

Pelo menos essa é a sugestão de um cidadão de sobrenome Vilela, em entrevista dada à Rádio Cataguases. 
O povo não agradou da declaração e tem gente que diz que poderia processar o ilustre cidadão. 
Mas a pergunta que não quer calar é: 
O que tem sido feito para estas pobres criaturas em Cataguases?
Já houve vacinação contra a raiva pelo menos?
Ou, ou, me ajuda aí né? 
Diria o famoso apresentador.
Quem é o animal irracional?

Previsão Orçamentária será votada nesta quarta-feira

          
A discussão e votação do projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual) foi adiada para a próxima quarta-feira (16) uma vez que devido ao feriado não será possível a realização na terça-feira (feriado) como de costume. 
          A votação havia sido adiada nas sessões anteriores por haver dúvidas nas planilhas apresentadas. Os representantes do Executivo ainda não compareceram à Câmara como programado, para dirimir dúvidas sobre o texto apresentado. 

As principais dúvidas levantadas pelos vereadores, sobretudo Vanderlei pequeno (PT) são: 
  • Há no anteprojeto o destaque de verbas para manutenção de Sistemas de Esgoto, no valor total R$ 378 mil; Se a Copasa assumiu o tratamento, porque será dispendido dinheiro da Prefeitura para realizar estas obras?
  • No ítem lazer, da Secretaria de Esportes, existe uma duplicidade de R$ 170 mil;
  • Foi criada uma Secretaria de Segurança, com destaque de verba para policiamento no valor de R$ 10.000,00?
  • Há também a previsão de transferência de quase 4 milhões de reais para instituições privadas sem fins lucrativos; Que instituições são essas? Quais as suas finalidades?

    Vale lembrar que o orçamento participativo é uma ferramenta de democratização dos gastos públicos e aqui em Cataguases foi promessa de campanha de todos os candidatos, mas até hoje não virou realidade. 
 A reunião na Câmara começa às 18h, nesta quarta - feira 

e será transmitida via internet, no seguinte endereço:

Ísis Caroline: a poetisa de Cataguases!


Nem todo sorriso é felicidade
Isis Caroline Oliveira


Quem me vê assim, tão sorridente

Não consegue imaginar  deserto que atravessei,
Lágrimas que derramei
Medos que sozinha derrotei.


Quem me vê assim tão sorridente
Não sabe o trajeto que percorri
Os amores que perdi
As amizades que conquistei.


Na verdade, nem todo sorriso
significa total felicidade.


Não consigo ser completa se me falta
aqui bem pertinho
aquela que com todo carinho
mostrou-me o valor de uma amizade.

Feira de Artesanato é tradição em Cataguases

Estar em Cataguases e não visitar a feira de artesanato, é um pecado que não tem como ser perdoado.
A feira é tradição e vende desde roupinhas para crianças a pano de prato, passando por diversas bijouterias e lembranças de pontos turístico da Princesa da mata. 

Um dos destaques da feira é a bala de Coco da barraca da Isabel. 
Mas espere aí: não é uma bala comum, é recheada com doce de coco, 
maracujá, damasco, nozes, chocolate, etc. 
Quem experimenta garante que não existe nada igual.

A feira que apresenta diversos artigos e objetos dos artesãos
de Cataguases e distritos, também nos oferece a possibilidade de
fazer um lanche e no final provar doces dos mais variados.

Quem é da cidade sabe do que estamos falando.
Pra quem acompanha o blog de longe,
as fotos servem para matar a saudade.

TV Xuxa exibe a reportagem realizada em Cataguases. Confira!

Foi ao ar neste sábado (12), o VT do aniversário da Dona Odília com a rainha dos baixinhos em Cataguases. Pra quem não viu é só acessar aqui...

Movimentos de Cataguases se preparam para o dia da consciência Negra

As instituições que trabalham a valorização do negro em Cataguases, estão se articulando para as atividades de comemoração do dia da consciência Negra que acontece em 20 de novembro.  O movimento negro Dandara, o movimento Ganga Zumba e as Pastorais dos Negros realizam diversas atividades, que vão desde celebrações religiosas até discotecas. Confira toda a programação no Cartaz.






Luiz Lopez lança livro na próxima Sexta-feira

Além de se destacar como artista plástico, o Cataguasense Luiz Lopez mostra sua versatilidade ao lançar na próxima sexta-feira, o livro infanto Juvenil "O azul da poesia". 

Data: 18/11/2011
Horário: 19h
Local:
Biblioteca Municipal Ascânio Lopes
Chácara Dona Catarina
Cataguases - MG

Patrocínio:

Lei Municipal Ascânio Lopes de Incentivo à Cultura

Apoio:

VT Transportes

Fatografias de Cataguases

Passarinho toma seu banho matinal na poça d'água na Praça Simão.

Pesquisa revela ranking de partidos corruptos no Brasil


Estes são os partidos que mais tiveram políticos cassados no Brasil.
        A pesquisa foi feita a partir dos dados processuais de cada caso, com base em informações disponibilizadas virtualmente pelos Tribunais Regionais Eleitorais e pelo Tribunal Superior Eleitoral. Outros dados foram obtidos através de consulta direta a tribunais e zonas eleitorais. Notícias veiculadas pela imprensa também serviram para a descoberta de cassações, sendo posteriormente cruzadas com os dados provenientes da Justiça Eleitoral. 
Foram categorizados como "cassados" todos os políticos condenados pela Justiça Eleitoral à perda do mandato, mesmo aqueles que por força de liminar ainda estivessem ocupando cargos eletivos. Todas as cassações se referem a utilização de bens e vantagens de origem pública ou privada para captação ilícita de votos ou fortalecimento ilícito de campanhas.
Ao todo, 21 partidos políticos distintos tiveram membros cassados por corrupção eleitoral. Na metodologia empregada pelo estudo, considerou-se apenas os partidos políticos dos "cabeças de chapa" (isso é, desconsiderou-se os partidos dos vices e suplentes) no caso das eleições majoritárias (para o poder executivo e para o senado).

Confira a lista completa:
Posição - Partido políticoSiglaNº. de políticos cassadosPercentual
1º - DemocratasDEM6920,4%
2º - Partido do Movimento Democrático BrasileiroPMDB6619,5%
3º - Partido da Social Democracia BrasileiraPSDB5817,1%
4º - Partido ProgressistaPP267,7%
5º - Partido Trabalhista BrasileiroPTB247,1%
6º - Partido Democrático TrabalhistaPDT236,8%
7º - Partido da RepúblicaPR175%
8º - Partido Popular SocialistaPPS144,1%
9º - Partido dos TrabalhadoresPT102,9%
10º - Partido Progressista BrasileiroPPB82,4%
11º - Partido Socialista BrasileiroPSB72,1%
12º - Partido Trabalhista CristãoPTC30,9%
12º - Partido Social LiberalPSL30,9%
13º - Partido Renovador Trabalhista BrasileiroPRTB20,6%
13º - Partido da Mobilização NacionalPMN20,6%
13º - Partido Social CristãoPSC20,6%
14º - Partido Humanista da SolidariedadePHS10,3%
14º - Partido de Reedificação da Ordem NacionalPRONA10,3%
14º - Partido Republicano ProgressistaPRP10,3%
14º - Partido Social DemocráticoPSD10,3%
14º - Partido VerdePV10,3%

Fonte: Movimento de Combate à corrupção Eleitoral